A fantástica fábrica do sangue

“A fantástica fábrica do sangue” é o tema do grupo das orientadoras Fernanda e Rafaela. O objetivo é conhecer a importância das células presentes no nicho hematopoético para a sua manutenção; Vivenciar as etapas necessárias em uma pesquisa científica para responder a hipótese gerada.

De acordo com as orientadoras para alcançar os objetivos traçados uma atividade que se destacou foi “o isolamento de células-tronco mesemesenquimais da medula óssea e do endósteo de camundongos, as quais realizaram no biotério do Hemocentro e possibilitou que os alunos participassem do experimento”, explicam.

Por meio das atividades práticas desenvolvidas durante os dez encontros, as orientadoras observaram que “houve uma grande interação entre os alunos (uns com os outros) e entre os alunos e os professores. Além disso, foi mantido um interesse do começo ao final das aulas, sendo que houve envolvimento e dedicação dos alunos tanto nas aulas teóricas e práticas como nas atividades propostas para eles desenvolverem em casa. E observamos também, que os alunos absorveram e compreenderam grande parte do conteúdo proposto”, confirmam as orientadoras.

Sobre o grupo….

Em relação ao comportamento do grupo, nos primeiros encontros, como nos demais grupos, os alunos se apresentam bem tímidos, mas no decorrer das aulas eles vão se “soltando” tanto com relação às aulas, sendo mais participativo, quanto á interação os demais alunos do grupo.  “Esse aumento de participação também contribuiu para os alunos exporem suas dúvidas e analogias feitas entre assuntos abordados em aula e tema vivenciados no seu cotidiano, abrindo espaços para discussões pertinentes com toda a turma”, falam as orientadoras.

Em relação à absorção do conteúdo, as orientadoras se mostram otimistas já que observaram que segundo elas, os alunos ficam atentos em lembrar os nomes específicos das células estudadas e mostram também bastante interesse em saber os nomes dos materiais e reagentes utilizados nas aulas práticas. “Os alunos passaram a fazer analogias entre os assuntos abordados e o cotidiano deles. Por exemplo, em uma aula sobre células-tronco embrionárias e adultas, na qual falamos que as embrionárias eram capazes de se diferenciarem em todos os tipos de células do organismo e as adultas somente em tipos específicos e que células-tronco mesenquimais da medula óssea após serem transplantadas deram origem a uma medula óssea, a aluna perguntou se células-tronco embrionárias caso fossem transplantadas seria capaz de originar um ser vivo”. “Em outra situação, em que falamos que as células estão presentes no corpo inteiro e que estão sempre se renovando, a aluna comentou que ela se machucou em casa e que saiu sangue e nos perguntou se quando estava saindo sangue ela estava perdendo várias células junto”, complementam as orientadoras.

Sobre as dúvidas, as orientadoras perceberam que no começo os alunos tinham dúvidas, mas não questionavam. Então elas tentavam estimular o diálogo por meio de perguntas sobre o conteúdo, para que eles tentassem responder. As demais dúvidas apresentadas pelos alunos em alguns casos foram sobre curiosidades.

Orientadoras:

Fernanda Ursoli Ferreira Melo, Rafaela Rossetti

 

Alunos:

Jonathan Silveira Petreli

Laísa Marostica Silveira

Lucas Henrique Scatolino Orteiro

Marcos Vinicius Ruivo Rocha

Miriam Giovana Pesotti

Pedro Henrique Silva

Thauany Camile Juzo

 

Texto por Fernanda Ursoli Ferreira Melo e Rafaela Rossetti

Revisão por Crislaine Messias

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