A relação entre nojo e preconceito segundo a neurociência, e nossos alunos

Como parte das atividades da VII Semana Nacional do Cérebro, a Casa da Ciência promoveu uma palestra sobre neurociência, no dia 15 de março de 2018. Danilo Marques, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP/USP), abordou o tema “Comida estragada, Preconceito e ‘Coxinhas vs Petralhas’ uma relação biológica?”, com os alunos do Adote um Cientista. Veja abaixo desenhos e quadrinhos produzidos pelos alunos a partir de seus cadernos de anotações.

 

A ínsula, o nojo e o preconceito

 “Existe uma região do cérebro, a ínsula, que é ativada mediante a visualização de certas imagens, a qual é responsável por provocar o nojo e preconceito. ” (Professora Gabriela Bovo – E.M.E.F. Profa. Arlinda Rosa Negri)

 

Ao sentir nojo de algum alimento estragado, sua ínsula está ativada:

Thales Corrado Rodrigues e Thiago B. Junior (E.M.E.F. Sérgio Rossetti – Pradópolis)

 

Mas não só alimentos podres podem desencadear uma resposta. Ao longo da vida mudamos nossas preferências alimentares, e podemos perder o nojo de algum alimento específico.

Adriel I. da Silva Porto (ETEC José Martimiano da Silva – Ribeirão Preto), Lavínia M. Matos (E.M.E.F. Sérgio Rossetti – Pradópolis) e Thiago P. Pardinho (E.E. Constante Ometto – Pradópolis)
Sara E. B. dos Santos, Tainá Aranha da Rocha & Thaís S. de Paula (E.M.E.F. Sérgio Rossetti – Pradópolis)

 

Mas qual a relação do sentimento de nojo e o preconceito? A ínsula pode determinar esse comportamento? Veja abaixo a resposta de nossos alunos:

Kaique Fonzar Ribeiro e Lara B. Sanches Merchan (E.M.E.F. Sérgio Rossetti – Pradópolis)
Tayná V. de Carvalho Favari e Ruan de Carvalho Ricci (E.M.E.F. Sérgio Rossetti – Pradópolis)
Thierry Martins D. Carvalho (E.M.E.F. Sérgio Rossetti – Pradópolis)

 

Viram só? A relação nojo-preconceito, conceito da neurociência, nos ajuda aprender uma forma de lidar com preconceitos. Basta um pouco de conversa para reconhecer que, na maioria das vezes, temos mais afinidades e similaridades do que imaginamos.

 

Organização: Caio M.C.A. de Oliveira

Revisão: Gabriela Zauith e Roberto Sanchez

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