Como para correr, corro para comer

GIOVANA FARIA

O ato mais corriqueiro nos movimentarmos pode trazer inúmeros benefícios para a nossa saúde, assim como o ato também comum (e essencial) de nos alimentarmos, quando o fazemos da maneira correta, é claro.

Por estes dois motivos de se correlacionam, o projeto Como para correr, corro para comer composto pelos alunos Paulo Ricardo Higassiaraguti Rocha, Gabriel Bazo e Fábio da Veiga Ued, tem como objetivo abordar os benefícios da atividade física e da nutrição considerando suas funções inatas e inerentes à espécie humana.

Paulo é pós-doutorando em Saúde da Criança e do Adolescente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e graduando em Filosofia pela Universidade de Franca (UNIFRAN), é doutor em Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Desenvolvimento Humano e Tecnologias pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e graduado em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). 

Gabriel é graduado em Ciência da Computação pela Faculdade de Tecnologia Ciência e Educação (FATECE), mestrando em Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade de São Paulo (USP) e graduando em Informática Biomédica também pela USP. 

Fábio é graduado em Nutrição pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), mestre em Atenção à Saúde também pela UFTM e doutor em Saúde da Criança e do Adolescente pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Conversamos com o Gabriel para entender melhor a proposta do projeto para o Pequeno Cientista deste semestre.


Como você conheceu a Casa?

GABRIEL Conhecemos por meio do Professor Barbieri, e por divulgação em meios de comunicação da Universidade.

 

O que te motivou a escolher participar do Pequeno Cientista?

GABRIEL Vimos no projeto uma oportunidade de experiência em orientar grupos de alunos iniciantes em pesquisa. Além disso, ainda que seja para um grupo restrito, enxergamos a oportunidade de aplicarmos práticas e métodos de ensino. Soma-se a isso, a vontade de proporcionar a jovens do ensino público a oportunidade de fazer ciência e reconhecê-la nas atividades do dia a dia.

 

Como foi realizada a escolha do tema/recorte de pesquisa para as aulas?

GABRIEL A escolha se deu pela proximidade dos orientadores com a temática. A partir disso, buscou-se integrar um eixo em comum para as áreas de educação física, nutrição e computação.

 

Por que você escolheu este método de ensino?

GABRIEL A abordagem pedagógica que buscamos utilizar nos encontros é a construtivista. A partir de conhecimentos prévios dos alunos buscamos facilitar a aquisição de novos conceitos, por meio de atividades práticas em classe e/ou com a família, encenações (teatro), discussões e experimentos. Escolhemos este método para aproveitarmos os conhecimentos prévios das crianças, a fim de facilitar a construção de novos saberes.

 

Você já alterou algo no método de ensino ou no conteúdo após esses primeiros

encontros? Se sim, baseado em qual comportamento do aluno?

GABRIEL Ainda não sentimos a necessidade de realizar nenhuma mudança

O grupo do Gabriel, do Paulo e do Fábio é composto pelos alunos:

  • Amanda Fioretti Almeida
  • Eduardo Lamil dos Santos Guimarães
  • Hyasmin Santos da Silva
  • Thales Corrado Rodrigues

Deixe uma resposta