Exército do bem – E o Cavalo de Tróia

O tema proposto para o grupo Pequeno Cientista tem como título “Exército do bem e o cavalo de Tróia”. De acordo com os orientadores é uma referência à épica e lendária guerra nos remete à fisiopatologia da sepse, onde o “presente” imunológico para o combate às infecções torna-se o grande causador da mortalidade nesta síndrome.

O objetivo é primeiramente conduzir o conhecimento na busca pela compreensão da fisiopatologia básica da sepse. Após isso levar os alunos à sensibilização quanto à importância desta síndrome como um grave problema de saúde pública. “Por meio de pesquisas de campo os alunos notaram o desconhecimento geral da sua comunidade quanto ao que é sepse e seus sinais e sintomas, e por fim este projeto procurará desenvolver um boletim informativo que vise orientar a comunidade quanto ao que é sepse, sua importância e identificação dos sinais e sintomas precocemente”, explicam os orientadores do grupo.

No intuito de conduzir os alunos ao conhecimento, já foram realizadas aulas de observação em laboratório com indução de choque endotexêmico por LPS em ratos e um estudo de caso comparativo entre os sinais e sintomas apresentados em relação ao animal saudável, para após promover a integração do dos conhecimentos teóricos com os sinais observados. “Os alunos também receberam orientação para uma pesquisa de campo com familiares a amigos quanto ao que seria sepse no seu entendimento, e trouxeram as respostas para serem discutidas em sala.” Até o final dos encontros está programada a elaboração de um boletim informativo para orientar a comunidade sobre o que é sepse.

De acordo com os orientadores, os resultados teóricos já foram alcançados que seria a compreensão dos alunos sobre a sepse. “Cremos que os objetivos teóricos já foram alcançados estando em andamento à elaboração do folhetim”, complementam os orientadores.

Sobre o grupo….

Os orientadores enfatizam que no decorrer dos encontros houve maior interação do grupo e que os alunos passaram a questionar e propor conhecimentos. “Em especial as aulas práticas serviram de estímulo à imaginação e ao questionamento, além de aumentarem o interesse pelo projeto”.

Sobre a absorção do conteúdo, os orientadores explicam que os alunos comumente relacionam o que aprendem com fatos do dia a dia que possibilitariam o desenvolvimento da sepse. Muitas vezes relacionam o aprendido em nossos encontros com os conhecimentos passados na sala de aula.

Em relação as dúvidas, segundo os orientadores o tema é de alta complexidade, portanto as dúvidas são naturais e esperadas. “Em geral elas estão relacionadas à fisiologia do corpo humano. Outras dúvidas surgem como questionamento de técnicas, e até mesmo sugerem novas abordagens e questionam se poderiam ser viáveis”, explicam.

Orientadores:

Carlitos Singolani Garcia Junior

Tiago Alves Jorge de Souza

 

 Alunos:

Beatriz Moreto

Guilherme Alves dos Santos

Laura Cairo de Sousa

Mariany Aparecida Buccini Barissa

Pedro Henrique de Souza Pereira

Pedro Stelmastchuk Neto

Renan Luis Nunes da Silva

Rony Condi Costa

Stiven Emanuel Eugênio Pereira

Yasmim Barissa Celloni

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Texto por: Carlitos Singolani Garcia Junior e Tiago Alves Jorge de Souza

Revisão por: Crislaine Messias