O fantástico mundo dos microrganismos

GIOVANA FARIA

Os microrganismos são importantes para a humanidade? Essa é a hipótese da proposta do grupo de bioquímicos composto por Iasmin Cartaxo Taveira, Claudia Batista Carraro, David Batista Maués, Karoline Maria Vieira Nogueira e Vanessa Mendes para o projeto O fantástico mundo dos microrganismos que eles estão trabalhando neste semestre no Pequeno Cientista. Ampliar o conhecimento sobre seres microscópicos não somente é um ótimo trocadilho, como de extrema importância para compreendermos o desenvolvimento e a manutenção da vida na Terra, importância para a saúde pessoal e pública e vários outros aspectos do nosso dia a dia em que são presentes.

Iasmin é bacharel em Biotecnologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e, atualmente, mestranda em Bioquímica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

Cláudia Batista Carraro é farmacêutica graduada pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) e mestre em Bioquímica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP). Atualmente, doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Bioquímica do Departamento de Bioquímica e Imunologia (FMRP-USP).

David é Técnico em Informática pelo Instituto Federal do Pará (IFPA), bacharel em Biotecnologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e, atualmente, é mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Bioquímica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

Karoline é Graduada em Bioquímica pela Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), mestre e doutoranda em Bioquímica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

Vanessa é graduada em Biotecnologia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), mestre em Proteção de Plantas pelo Instituto Federal Goiano (IFG) e doutoranda em Bioquímica pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

Conversamos com o grupo para entender melhor como está sendo o andamento do projeto


Como você conheceu a Casa?

GRUPO O projeto “Pequeno Cientista” foi divulgado via e-mail pela secretária do nosso PPG. Foi assim que nos interessamos em participar do projeto.

O que te motivou a escolher participar do Pequeno Cientista?

GRUPO O projeto é em si muito interessante, visto que visa ensinar ciência e despertar o interesse de adolescentes sobre temas científicos. Esse fato já consiste em algo atrativo. O objetivo da pesquisa é divulgar conhecimento. Portanto, acredito que se conseguirmos mostrar o valor da ciência para os jovens, temos mais chances de contribuir para construção uma sociedade mais informada e mais consciente da importância prática da ciência na vida das pessoas.

Como foi realizada a escolha do tema/recorte de pesquisa para as aulas?

GRUPO Nosso laboratório trabalha com biotecnologia de fungos. A maioria de nós sempre trabalhou com microbiologia desde a graduação. Sempre olhávamos para o universo microbiológico e enxergávamos o potencial para exploração biotecnológica desses organismos. Assim, cada aula foi pensada de modo a mostrar para os alunos a importância e relevância dos microrganismos nas relações socioambientais. Dessa forma, o objetivo desse projeto é que, ao final, os alunos consigam ver no seu dia a dia a importância de entender a microbiologia como uma ciência aplicada.

Por que você escolheu este método de ensino?

GRUPO Escolhemos expor, entre aulas práticas e teóricas, os conceitos e aplicações de bactérias e fungos com um viés mais aplicado a exploração industrial biotecnológica. Esse modelo de ensino permite mostrar aos alunos a teoria desse assunto, mas também permite que eles possam aplicar alguns desses conceitos em modelos de aulas práticas. As aulas práticas, além de estimular o interesse dos alunos, permitem uma melhor fixação do conteúdo.

Você já alterou algo no método de ensino ou no conteúdo após esses primeiros encontros? Se sim, baseado em qual comportamento do aluno?

GRUPO Até o momento o projeto pôde seguir o curso planejado. Os alunos têm acompanhado muito bem o conteúdo previsto. As máximas adaptações até o momento giraram em torno do modo como passávamos o conteúdo. Falar de ciência é por vezes difícil devido a existência de conceitos complexos. Portanto, a adaptação da linguagem usada para passar o conteúdo foi de crucial importância. Com base nas perguntas e dúvidas dos alunos foi possível aperfeiçoar a comunicação.

O grupo da Iasmin, da Cláudia, do David, da Karoline e da Vanessa é composto pelos alunos:

  • Guilherme Clemente Conte
  • Julia de Oliveira Rizoti
  • Kaique Fonzar Ribeiro 
  • Lara Beatriz Sanches Merchan 
  • Marcos Jean da Silva Conceição

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