Tem um parasita na minha casa – Aprendendo sobre protozoários

Orientadores:

Maiara Voltarelli Providello

Julia Audrey de Paula

 

Alunos:

Ana Beatriz Oliveira Rufino

Caroline Francisca Souza

Kleber Soares

Maria Eduarda R. Madalosso Jaquete

Mariany Bustos de Carvalho

Vinicius Gallego da Silva

Yasmim Marcelino Vital

Yuri Leonardo Dias Marques Faim


O grupo “Tem um parasita na minha casa? Aprendendo sobre os protozoários”, traz aos alunos a problemática das doenças causadas por protozoários de veiculação hídrica, alertando sobre a gravidade dessas doenças e como ela pode estar próxima de nossa realidade.

De acordo com os orientadores, o objetivo é fazer com que os alunos aprendam mais sobre parasitologia, especialmente sobre protozoários, suas características morfológicas e a doença causada por eles. Para isso, dentro das atividades propostas os alunos já conheceram o Laboratório de Parasitologia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Ribeirão Preto e puderam analisar a presença de parasitas em amostras de água.

Até o sétimo encontro, os orientadores puderam identificar que os alunos já reconhecem termos como parasito, as divisões existentes dentro da parasitologia (protozoários e helmintos) com suas principais características, além de terem noções sobre os mecanismos de transmissão e profilaxia. Acreditamos que noções de higiene e a importância do saneamento básico, também foram absorvidas. “Pretendemos ainda que os alunos possam transmitir os conhecimentos adquiridos para os colegas no dia do Mural”, complementa.

Outra atividade proposta é que os estudantes fação questionários com perguntas relacionadas ao tema do grupo a fim de verificar o conhecimento de seus colegas e familiares sobre aquilo que eles já aprenderam nos encontros. A ideia é que os resultados encontrados pelos alunos sejam apresentados no Mural, assim como a avaliação das amostras de água.

Sobre o grupo… Como orientadores do grupo percebemos que no início do projeto a falta de vivência fazia com que os alunos se mostrassem tímidos e menos participativos, entretanto, a partir do segundo encontro devido à convivência semanal e a prática de atividades relacionadas ao projeto fizeram com que eles se tornassem mais participativos”.

De acordo com os orientadores com a aproximação do término do projeto os alunos vêm sendo avaliados sobre o conteúdo abordado durante as aulas e a satisfação é “que ao ver imagens de protozoários já estudados, por exemplo, e eles já sabem muitas vezes identificá-los”.

Os orientadores explicam que o cronograma dos encontros previa não apenas o estudo de parasitas, mas também de conteúdo de base que os auxiliaria na aprendizagem (como Taxonomia e Diferenças entres Helmintos e Protozoários) e que constantemente eles retomam questões já estudadas e os alunos mostram conhecimento sobre estas temáticas.

Durante as aulas, os orientadores identificaram que as principais dúvidas levantadas pelos alunos são sobre termos científicos abordados e questões sobre biossegurança (ex. pq usar jaleco no laboratório?), dúvidas em relação ao tamanho dos protozoários (visíveis a olho nu ou ao microscópio óptico), dúvidas sobre o tratamento das doenças.

 

Texto por Maiara Voltarelli Providello e Julia Audrey de Paula

Revisão por Crislaine Messias

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